A BORBOLETA simboliza a alma, o renascimento e a imortalidade. " A Borboleta simboliza a mudança... “O poder da borboleta é como o ar, é a habilidade de conhecer a mente e de mudá-la, é a arte da transformação”. Este é um espaço de reflexão, de opinião, de pensamentos e sentimentos... partilhado por alguém que, como uma borboleta, se quer transformar e...libertar!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
voltei, assim...
Retrato de Lisboa
Lisboa é um mundo à parte...As calçadas que ecoam os passos de outrora e os de agora, meninas de lábios vermelhos e leggins pretas a deambular pela cidade, cheias de fome e de sede de vida...Juventude, mas velhice...Porque elas para lá caminham...Rugas que a caracterizam, Lisboa menina e moça...todas são moças, as novas, as velhas, já que as velhas outrora foram novas e as guardam dentro delas, no peito próximo da morte apertado...Ar seco que revela a poluição, ruído que só se cala de madrugada, sol doirado que ilumina a madeira velha, por onde ando, descalça, à busca do que aqui não existe, e onde me rendo ao que há...pombos, ratos com asas que já invadiram os subúrbios, casas antigas que guardam segredos...esperança de um mundo novo, nu, despido de preconceitos, no barulho sereno de uma onda...Pela madrugada há uns que dormem e outros que despertam...Afinal, acordar não é só levantar, é erguer o peito ao vento e aceitar o que cá vai dentro! Vou dormir, esquecer de senitr, esquecer de pensar, apenas vou sonhar! Sonhar que o mundo acordado, ou melhor, desperto, é feito de fadas e de bolas de sabão, teclas de piano que entoam a canção de meu coração, que o mundo ouve e...pará!
Banda sonora: Ludovico Eunaudi: "A Onda"
Lisboa é um mundo à parte...As calçadas que ecoam os passos de outrora e os de agora, meninas de lábios vermelhos e leggins pretas a deambular pela cidade, cheias de fome e de sede de vida...Juventude, mas velhice...Porque elas para lá caminham...Rugas que a caracterizam, Lisboa menina e moça...todas são moças, as novas, as velhas, já que as velhas outrora foram novas e as guardam dentro delas, no peito próximo da morte apertado...Ar seco que revela a poluição, ruído que só se cala de madrugada, sol doirado que ilumina a madeira velha, por onde ando, descalça, à busca do que aqui não existe, e onde me rendo ao que há...pombos, ratos com asas que já invadiram os subúrbios, casas antigas que guardam segredos...esperança de um mundo novo, nu, despido de preconceitos, no barulho sereno de uma onda...Pela madrugada há uns que dormem e outros que despertam...Afinal, acordar não é só levantar, é erguer o peito ao vento e aceitar o que cá vai dentro! Vou dormir, esquecer de senitr, esquecer de pensar, apenas vou sonhar! Sonhar que o mundo acordado, ou melhor, desperto, é feito de fadas e de bolas de sabão, teclas de piano que entoam a canção de meu coração, que o mundo ouve e...pará!
Banda sonora: Ludovico Eunaudi: "A Onda"
terça-feira, 12 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
morre o velho, nasce o novo...
Este é um novo ciclo de luz e de amor...Já estou conectada com o mundo, mais do que através da internet, pelo fio do amor e pela árvore da vida...agora que o 26º ano já partiu, inicia-se um novo com a esperança de que o díficil se torne fácil, que a lágrima seja de alegria, que o sonho se torne realidade...Obrigada a todos os que me tornam uma pessoa mais completa e mais feliz*
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